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Real. A parede desmoronou por escassez de níveis no disparo, e a ficha entrega compensação, sensibilidade, abertura e profundidade de bits para qualquer pessoa reproduzir o mesmo estrago no primeiro interior que fotografar.
O primeiro sinal é a correlação entre escuridão e granulado. A textura cresce de forma contínua conforme o tom baixa e desaparece nas áreas claras, e grão adicionado por programa se distribui pelo quadro inteiro com a mesma intensidade, inclusive no caixilho da janela.
A cor do granulado sustenta a mesma conclusão. Os pontos são verdes e magenta em proporções desiguais, marca do canal azul mais fraco, e textura sintética costuma sair neutra ou monocromática, sem preferência por um canal específico.
O segundo sinal são as faixas de tom na parede. A escadaria de cinzas aparece exatamente onde a passagem deveria ser suave, e um degrau de tom desses nasce de quantização, nunca de textura aplicada por cima de uma imagem que já tinha degradação contínua.
O terceiro sinal é o tamanho do ponto. A granulação segue a grade do sensor, com pontos do tamanho aproximado de um pixel ampliado, e grão simulado costuma trabalhar em partículas maiores e de contorno irregular, imitando filme em vez de eletrônica.
O quarto sinal é o comportamento da costura do sofá. O traço engrossou e perdeu os pontos individuais porque o detalhe fino morreu junto com os níveis, e uma textura aplicada por cima preservaria o desenho da costura debaixo do grão.
O quinto sinal é a nitidez preservada nas altas luzes. A veia da madeira do caixilho está intacta ao lado de uma parede arruinada, e qualquer tratamento posterior de degradação teria alcançado as duas regiões, porque trabalha na imagem inteira.
Imagem gerada por modelo tropeça em outro ponto. Ela costuma entregar sombra limpa e agradável até nos cantos mais escuros, porque aprende a aparência de fotografia bem exposta como padrão, e a imagem de hoje exibe o defeito exato que um sensor real comete com pouca luz medida.
Detector automático de imagem falsa não resolveria o caso. Porcentagem de suspeita não explica por que só a região escura granulou nem por que o granulado é colorido de forma desigual entre os canais, e essas duas marcas apontam para exposição curta e para nenhuma outra causa.
1. Meça o tamanho do seu prejuízo em vez de aceitar a recomendação. Apoie a câmera num tripé diante de uma parede lisa com um canto em sombra, ajuste a exposição até o histograma encostar na borda direita sem cortar, e dispare em arquivo bruto na sensibilidade mínima.
2. Sem mexer em mais nada, dispare a mesma cena com menos 2 pontos de compensação e depois com menos 4 pontos. Você fica com três arquivos idênticos em enquadramento e distintos apenas na altura em que a parede foi gravada.
3. No conversor, escureça o primeiro arquivo até a parede ficar com o tom da cena e levante os outros dois até a mesma altura. Amplie o canto de sombra em 100 por cento nos três e compare a quantidade de pontos coloridos e de faixas de tom em cada um.
Fechar dois pontos joga a sombra de um ponto de 128 níveis para um de 32, e o controle de sombras do conversor estica esses 32 sem acrescentar nenhum degrau novo entre eles.
Teste hoje: fotografe a mesma parede em sombra duas vezes, uma com o histograma encostado na borda direita e outra com menos 2 pontos, iguale as duas na edição e conte quantas faixas de cinza você consegue distinguir no canto escuro de cada arquivo ampliado em 100 por cento.
"Quantas sombras sujas você culpou da câmera, sem nunca ter contado os níveis que a sua própria medição jogou fora?"
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